Célia Ruiz e Esmeralda Gurumeta
HUELLAS (Pegadas/Marcas)
Cheia de ilusão e inocência a clown de Esmeralda Gurumeta mostra-nos como passagem por uma família repressora e tóxica, deixa feridas de solidão e de não-pertença a uma criança. Porém através do jogo e da imaginação, e na procura de um 'melhor-amigo', a sua palhaça descobre que ela mesma pode curar todas as marcas que a nossa árvore genealógica nos deixa.
Huellas (marcas/pegadas) é um espetáculo que trata temas como o abandono e os maus tratos infantis de forma poética e cheia de humor.
Ficha artísitica
Criação: Esmeralda Gurumeta e Célia Ruiz
Interpretação: Esmeralda Gurumeta
Desenho de luz: Susana Calderón
Cenografia: Diego Gorráiz e KontxaSánchez
Figurinhos: Lourdes Val
Duração: 75m
Exquorum
Teatro Extremo
Célia Ruiz
Teatro Extremo
Inestética Companhia Teatral
Companhia Caótica
Filmes Pedidos
Quando o cinema nasceu, no tempo do mudo, surgiram também os músicos acompanhadores de filmes que, no encontro com a imagem, improvisavam as primeiras bandas-sonoras. Com estreias quase todas as semanas, estes músicos começaram a organizar o seu reportório por temas –ação, mistério, ameaça, peripécias, romance, tragédia –que depois adaptavam a cada novo filme que chegava. Inspirados por este primeiro encontro entre música e cinema e composição e improvisação, António-Pedro, Ricardo Freitas e Eduardo Raon preparam-se para um encontro único e desconhecido: o da sua música com os filmes que nunca viram. No início os espectadores escolhem o filme que querem ver e o improvisado encontro de sons e imagens começa…
FICHA ARTÍSTICA
António Pedro: Bateria, percussões, melódica, voz
Eduardo Raon: Harpa e eletrónica, daxofone, stylophone, voz
Ricardo Freitas: Baixo acústico, efeitos, voz
Marta Azenha: apresentação e locução de intertítulos
Conceito e Direção Artístic: António-Pedro
Colaboração: Caroline Bergeron
Curadoria dos Filmes: Nuno Sena
Figurinos: Zafu Futon
Produção executiva: Maria João Garcia
Produção: Companhia Caótica
Co-produção: Teatro Viriato Criado sob encomenda do Centro Cultural de Belém/Fábrica das Artes (2015)
Anabela Mira / Créme De La Créme
A cadeira
Uma cadeira encontra-se por aí, ela seduz, ela atrai, ela manipula. Ocupa-se,e pronto. Fazemos-lhe o reconhecimento, instalamo-nos. Sabe bem.Eis-nos transformados. Já não faltará muito para que declaremos a sua independência: ela pertence-nos, assim como sempre pertencemos à cadeira. É o território onde todas as ideias se projectam (pois que não se pensa melhor estando de pé, nem carregando um piano às costas). Nós somos a liberdade, a democracia, a paz, o pão, como é que alguémse atreve a roubar-nos a cadeira? Quem, na sua cadeira, não se sentirá ameaçado? É necessário prosseguir.
Ficha técnica
Direção- Hugo Gama
Interpretação- Anabela Mira
Desenho de Luz- Jochen Pasternacki
Banda Sonora Original - Nuno Cintrão
Fotografia- Vítor Cid / Luís Aniceto
Vídeo - Noelle Georg
Design Gráfico - Francisco Vaz da Silva
Produção- Teresa Rouxinol
Teatro da Didascália
ONE MAN ALONE
One man alone é um espetáculo a solo, literalmente a solo. Sem contracena, nem operador de luz nem som, o ator vê-se assim obrigado a prosseguir o seu espetáculo interpretando e operando ao mesmo tempo a própria luz que o ilumina e a música que acompanha a cena.
Tudo acontece numa padaria, naquelas horas da noite em que o padeiro faz pão e o resto do mundo sonha com ele. A ação desenrola-se através do jogo entre o padeiro rodeado por baguetes, papo seco, broas de milho, os seus instrumentos de trabalho e os sonhos que o fazem viajar pelo universo da imaginação e o catapultam para um mundo só seu, a altas horas da noite, e que o acompanham no amassar do pão. Talvez por uma necessidade de escape ele sonhe acordado. Talvez seja esse o fermento que faz crescer o seu pão.
Todo o espetáculo assenta no virtuoso jogo físico do ator, na capacidade de se multiplicar nas várias personagens que dão vida às suas fantasias, nas várias funções do seu ofício, e na sua capacidade de surpreender através dum espetáculo onde a magia é aliada da simplicidade.
Ficha Artística
Criação, interpretação e cenografia: Bruno Martins
Direção: Sérgio Agostinho
Figurinos: Joaquim Azevedo
Desenho de luz e som: Bruno Martins e Valter Alves
Design Gráfico: BeastlyBeast
Fotografia de Cena: Tiago Braga
Produção Executiva: Cláudia Berkeley e Ludmila Teixeira
Coprodução: Teatro da Didascália e Casa das Artes de Famalicão
Associação Cultural Theatron e Grupo de Teatro da Universidade Sénior
Projecto Ruínas
Projecto Ruínas
Alma d’Arame e Ofício das Artes
Gonçalo Amorim e Maria Joana Figueiredo
Magarida Cardoso
Paulo Menezes
Célia Ruiz
Atelier de 2 a 6 de Outubro
A POESIA DOS OBJECTOS – por Célia Ruiz
Atelier dirigido a actores, bailarinos, marionetistas, cantores, poetas, enfim...a todos os que são criativos.
Inscrições limitadas a 12 participantes
Sinopse:
O Teatro de objectos está baseado na ideia de que tudo por ter alma, objectos, espaços, podem chegar a respirar, a sentir e comunicar. O actor inclina-se perante um obejcto e isso permite relacionar-se. É um meio para vincular-se a uma totalidade teatral mais completa. Aqui trabalha-se a vulnerabilidade do objecto retirado do lixo e dar-lhe uma nova forma de existir e assim criar uma nova realidade, ritualizando a cada passo uma cerimónia de objectos com alma, actores com poesia que surgem das cinzas do esquecimento.
É necessário cada formando trazer um objecto que queira trabalhar neste contexto. Mais informações e inscrições aalgures@gmail.com
Maria João Serrão
Exquorum
“TEATRO DE PEQUENAS RECORDAÇÕES”
SINOPSE
Inspiradas na derradeira experiência de valorização do “tempo perdido” de Proust e na interrogação “Até que idade se poderá fazer teatro” de Kantor, as oficinas “Para um pequeno teatro de recordações” propõem dinamizar um espaço regular de encontro, partilha de memórias e oficina de experimentação teatral em miniatura, baseada na recuperação de micro-histórias, associadas a pequenos objectos pessoais.
FICHA TÉCNICA
Dinamizadora | Ana Silveira Ferreira
Vasco Costa e José Nuno Lima
Reflexão de Luz
A reflexão de Luz como tudo o que é perceptível sobre a qualidade da luz projectada, desde a percepção das formas, das cores, do espaço até á ilusão.
O objectivo desta residência tem como principio a exploração da capacidade da luz na sua qualidade base da propagação e da reflexão.
A proposta pretende reunir um encontro experimental entre um artista visual e um desenhador de luz do campo do espectáculo, nomeadamente de teatro, palco e rua.
FICHA ARTÍSTICA
Artista Plástico | Vasco Costa
Desenhador de Luz | José Lima
Carlos Marques
Carlos Marques







